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  • Foto do escritorSaullo Vianna

Saullo Vianna promove debate sobre da navegação na Câmara dos Deputados


O deputado federal Saullo Vianna (União-AM) promove nesta quarta-feira, 6/12, no auditório Freitas Nobre, Câmara dos Deputados, a Mesa Redonda “Infraestrutura Aquária e Crédito para o setor de Navegação”, evento da Frente Parlamentar Mista para o Desenvolvimento da Navegação Interior, da qual é vice-presidente.

Entre outros assuntos que serão objeto de debate na Mesa Redonda estão os mecanismos para aprimoramento da Segurança nos Rios, com a proposta de criação da Polícia Hidroviária, Formação de Mão de Obra, além de temas da atualidade, como a grave Seca na Amazônia.

“Um dos principais desafios da navegação interior é formação de mão de obra que possibilite o aumento produtividade e da competitividade das empresas de navegação interior, em especial no Arco Norte, que abrange portos dos estados do Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Maranhão, regiões importantes para o escoamento dos grãos”, afirmou Vianna.

Outro desafio apontado por Saullo Vianna é a dificuldade dos pequenos armadores e embarcações que fazem o transporte de passageiros, sobretudo na Amazônia, onde os rios são as estradas de ribeirinhos, de acessar políticas de fomento.

“O Fundo da Marinha Mercante é um instrumento de financiamento de frota, mas esses recursos não conseguem chegar nos pequenos armadores. Nos últimos dez anos, constatamos que nenhuma empresa da Amazônia de transporte de passageiros, por exemplo, conseguiu o financiamento do fundo”, apontou o parlamentar.

Alta capacidade de transporte e baixo impacto ambiental- O baixo custo de manutenção e implementação, menor custo socioambiental, maior vida útil, menor consumo de combustível e alta capacidade de volume transportado fazem da navegação uma solução logística estratégica para o país, para Saullo Vianna.

“Do ponto de vista natural, sem intervenções, as hidrovias da região Norte são privilegiadas. Com menores custos logísticos de escoamento e um frete mais barato o preço dos produtos brasileiros é reduzido, o que confere vantagem no mercado externo. Por conta desses aspectos naturais, os rios do Norte, em geral, exigem um olhar e uma política diferenciados”, resumiu.

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